Tudo sobre projeção financeira para empresas

Você sabe que passos dar com a sua empresa nos próximos anos ou, ao menos, no próximos meses? Sabe onde aplicar e quais serão suas maiores fontes de renda? Sabe se, na fase atual, precisa adotar políticas de investimento ou de austeridade?

Questões como essa são parte do dia a dia de qualquer empresário e requerem muita observação, esforços e estudos. A compreensão correta do cenário microambiental impacta diretamente no poder de ação e, consequentemente, na rentabilidade do negócio.

Para a o bem de todos, existe uma ferramenta apropriada para consolidar estes conhecimentos.

A projeção financeira, como o próprio nome diz, é a prática de planejar e prever perdas e resultados em determinado espaço de tempo, levando em conta aspectos estatísticos e qualitativos. Ela parte da junção e do cruzamento de informações, somada às expectativas de investimento. Falaremos disso mais adiante.

Mas afinal, para que serve?

O processo não apenas é benéfico, como necessário dentro do setor contábil. Empresas grandes fazem destas previsões uma rotina. E não é por menos: a informação é a principal arma para qualquer um que queira se consolidar no mercado.

São das projeções e planejamentos que saem as estratégias. Isso garante a assertividade nas ações e o amplo aproveitamento do potencial de crescimento, já que fatores externos também são considerados nessa análise.

Esse planejamento é também uma atitude defensiva, pois evita ou ao menos reduz os riscos de “entrar no vermelho”. Você já deve ter observado que pessoas mais desorganizadas financeiramente tendem a se endividar com mais facilidade, pois extrapolam e não tem gastos direcionados. Com uma empresa é a mesma coisa.

Coletar esses dados e formalizar com as pessoas e equipes certas cria uma base, uma consciência comum em cima da qual as ações individuais serão tomadas. Essa é uma forma de direcionar a empresa para o objetivo certo e pode até mesmo criar um sentido de identidade.

O que é preciso levar em conta na projeção?

Existem alguns fatores básicos a se levar em conta na hora de realizar a projeção financeira da empresa. São eles:

Histórico comparativo de entradas e receitas (comparado por ano, mês ou semana).
Histórico comparativo de despesas.
Sazonalidades, picos positivos e negativos anteriores.
Potencial de produção.
Fatores macroambientais (políticos, econômicos, tecnológicos, culturais).

Essa lista serve para ajudar e guiar os envolvidos no planejamento. Porém, é apenas uma base. Cada empresa vê, em seu dia a dia, dados e informações que impactam diretamente no seu fluxo de caixa e precisam ser levadas em conta.

A depender do seu mercado você pode, por exemplo, precisar contabilizar o fluxo de clientes interessados, mas que não fecham a compra ou calcular a parte os lucros trazidos por promoções e campanhas realizadas. Todo esse é material é proveitoso e pode ser cruzado para uma análise mais rica. Quanto mais informações relevantes, melhor.

Se você tiver muitas dúvidas ou sentir que não tem experiência para realizar tal atividade, pode recorrer à ajuda de um contador ou de um escritório de contabilidade, que terão a expertise adequada para mexer com os números e torná-los inteligíveis, deixando a você apenas a parte estratégica.

De quanto em quanto tempo e até que ponto posso prever?

Existem projeções para curto, médio e longo prazo. Cada uma tem seu objetivo e função, cujo uso dependerá do objetivo do planejamento.

Enquanto a projeção de curto prazo se presta a levantar ações, acompanhar e mensurar resultados de forma rápida e prática (mas não menos aprofundada), as anuais (de longo prazo) são mais seguras para guiar os passos de empresa.

Imagine o seguinte cenário:

*Uma empresa realiza um planejamento anual que se vê completamente abalado no segundo semestre por um fator externo extremamente impactante.*

O ideal, nesse caso, seria a realização de um nova projeção, certo? A ironia é que, tendo como base o planejamento anual, a equipe gestora teria muito mais facilidade para agir de forma rápida e rever suas ações sem, contudo, perder a organização ou esquecer as metas pensadas.

Portanto, não existe uma periodicidade melhor do que a outra. Aliar é a melhor prática. É preciso entender que cada situação pedirá criatividade e estratégia. O empreendedor ou empreendedora experiente sabe a importância da qualidade da informação e de ter sempre em mãos dados atualizados.

Projetei. E agora?

Tendo em mãos o planejamento, basta tomar algumas atitudes básicas para implementar e garantir sua verídica funcionalidade no rumo da empresa. É bem mais simples do que parece. Trata-se de manter a comunicação ativa. Você pode:

Apresentar para as equipes envolvidas todos os materiais coletados e conclusões tiradas, explicando a importância e chances de sucesso das estratégias traçadas.
– Após isso, alinhar com cada colaborador as ações necessárias em seu posto para pôr em prática o planejamento.
Acompanhar ou delegar a alguém a função de monitorar se os resultados estão acontecendo, se as ações estão sendo devidamente executadas e se existe alguma correção tática a ser feita no decorrer do plano.
Comparar períodos e históricos, para compreender os números vindouros com propriedade.
Mensurar detalhadamente o período, iniciando assim um novo ciclo de planejamento.

Concluindo

Planejar é um esforço constante. Requer sensibilidade, conhecimento e criatividade para resolver e contornar problemas. Mas feita com empenho, a projeção é garantia certa de resultados. Que tal começar agora a coletar as informações?

Se ficou com alguma dúvida ou precisa de uma mão para lidar com as suas questões contábeis, fale conosco por aqui ou através das nossas redes sociais. A Incolape é um escritório de contabilidade com mais de 60 anos de experiência em prestar às empresas o reforço necessário para crescer no mercado!

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